terça-feira, janeiro 24, 2006

Ao Príncipe

"Em resumo, o príncipe não deve ter grande medo de conspirações se o povo for seu amigo, mas se o povo não for seu amigo e, pelo contrário, o odiar, deve temer todos e todas as ocasiões. Assim os Estados bem governados e os príncipes sensatos dedicaram sempre todos os seus cuidados a não despertar os grandes e a satisfazer e a contentar o povo, pois é essa uma das tarefas mais importantes de um príncipe."
in "O Príncipe", de Maquiavel.

2 comentários:

anita_vai disse...

Tive um professor visionário. Dava História das Teorias Político-Sociais no 2º ano de faculdade e começava sempre o programa com a leitura obrigatória d'O Príncipe. Sustentava que era a base de toda a concretização politica moderna. Defendia acerrimamente que Maquiavel era, acima de tudo, um diplomata. Quando penso no dia de domingo, é-me fácil perceber quem o leu, quem o leu e ignorou e quem o usou como base para toda a ancampanha.

anita_vai disse...

errata:
a campanha.