quinta-feira, novembro 17, 2005

Rio

rio
Existe uma terra perto de Moura com nome de santo, é um santo que ainda não acabou o estágio e está à espera de ser aceite pela ordem para se profissionalizar. E ao pé desta terra, está esta paisagem que tem algo de lunar.
A terra, mais uma terreola, chama-se Santo Amador e tem uma casa muito simpática entre outras muito antipáticas ao olhar.

5 comentários:

Anónimo disse...

´Na minha última ida à Lua convidada por aquele milionário russo não vi nada semelhante a esta paisagem «lunar», mas tenho a certeza que estes brancos azulados são poluição. Não me digam que o Guadiana já está assim ou será da minha vista.Por favor tranquioliza-me Funesto.
Obrigada
Luísa

jojo disse...

Queres paisagem lunar?
aqui não crescem nem ervas daninhas.
A água está vermelha da oxidação do ferro que foi depositado aí durante décadas.
são as minhas de são domingos ao pé de mértola.
vai ver http://galerias.escritacomluz.com/joanasaramago/album07

Elipse disse...

Palavras em Linha comentadora de arte: "efeito abstracto a sugerir envolvência no traço e nas cores, que são suaves e prendem o olhar do observador incauto. Dir-se-ia que é tela sem ponto de fuga, apetecendo inquirir o autor sobre a origem da inspiração e o destino a dar a tão inovadora obra."
Não compro.

Sr. Funesto disse...

Também já estive nas Minas de São Domingos e gostei muito (a nível estético) dos efeitos da poluição na Natureza. E também das entranhas da fábrica-cadáver. Mais uma vez o belo associado ao triste, decomposto e destruído. Eu compro.

Anónimo disse...

Infelizmente, seria melhor ter deixado o último finde mourense quieto na sua gaveta do passado recente...a foto não faz juz ao sítio, nem à disposição.

Está a precisar reavivar a memória - que tal próximo sábado?